O que estudar para provas de português
- October 25, 2025
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O que estudar para as provas de português nos principais concursos: descubra temas essenciais, truques práticos e um plano rápido para passar nas provas.
O que estudar para as provas de português nos principais concursos: descubra temas essenciais, truques práticos e um plano rápido para passar nas provas.
Comece pelo básico: identifique e classifique palavras. Saiba reconhecer substantivo, adjetivo, verbo, advérbio, pronome, preposição, conjunção e interjeição. Ao estudar morfologia, você aprende a função de cada palavra na frase — e é isso que as bancas cobram com frequência. Separe listas com exemplos e crie cartões para revisar no ônibus ou entre sessões de estudo.
Trabalhe formação de palavras: radicais, prefixos, sufixos e processos como derivação e composição. Muitas questões pedem análise de sentido por sufixo ou reconhecimento de palavras derivadas. Faça exercícios que peçam para transformar palavras (ex.: substantivo para adjetivo) e explique em voz alta por que mudou — isso fixa a lógica e acelera sua leitura das questões.
Use textos de provas anteriores como laboratório. Substitua palavras nos enunciados e verifique alterações de sentido e concordância. Leia cada alternativa como se fosse um exercício de edição: troque um verbo, recoloque um adjunto e veja o efeito. Assim você treina o olhar e evita cair em pegadinhas estilísticas e de classe de palavra.
Dica rápida: se você se pergunta “O que estudar para as provas de português nos principais concursos”, foque primeiro em morfologia e nas classes de palavras — isso resolve muitas questões fáceis e dá confiança para as mais complexas.
Concordância é prática. Treine com frases curtas e depois complexas. Para a concordância verbal, altere o sujeito (singular/plural, coletivo, sujeito composto) e veja como o verbo muda. Para a nominal, troque o núcleo do substantivo ou insira adjuntos e observe o ajuste no adjetivo. Faça 15 minutos por dia de exercícios rápidos.
Decore regras, mas priorize padrões que caem em prova: sujeito composto com núcleo ligado por “e”, casos de proximidade, verbos que concordam com sujeito posposto e concordância com numerais. Use provas anteriores, marque as alternativas que errou e refaça esses itens — refazer erros consolida o aprendizado.
Mapeie verbos e suas preposições: gostar de, obedecer a, assistir a/assistir (variação). Faça uma tabela dos verbos mais cobrados e treine com frases curtas. Para regência nominal, identifique substantivos que exigem preposição (saudade de, necessidade de). Quanto mais exemplos, menos erro por instinto nos concursos.
Pontuação decide sentido. Aprenda usos práticos da vírgula — separar orações coordenadas, isolar apostos e vocativos — e pratique corrigir frases com vírgulas mal colocadas. Na ortografia, revise o Acordo Ortográfico: hífen, acentuação, mudança de grafias comuns. Faça ditados curtos e revise palavras que costuma errar; repetir corrige memória visual e auditiva.
Siga estes passos toda vez que revisar um texto ou questão:
Leia com objetivo. Antes de abrir o texto, pergunte: qual é o tema central? Quais palavras aparecem no enunciado da questão? Isso reduz as opções de resposta e evita que você perca tempo com pistas falsas. Se você se pergunta “O que estudar para as provas de português nos principais concursos”, comece treinando essa atitude: ler para responder, não só para entender de forma vaga.
Marque as ideias-chave no rascunho: tese, argumentos, contra-argumentos e conclusão. Em provas, uma frase deslocada pode virar a chave da questão; identificar a função de cada período ajuda a ver onde o autor sustenta a ideia. Use setas e sinais rápidos no papel — isso acelera seu raciocínio quando precisar voltar ao trecho.
Pratique com textos variados: artigos de opinião, reportagens e contos curtos. A variedade prepara você para o estilo das bancas. Cronometre suas leituras e corrija erros comuns: interpretação literal de metáforas, confusão entre intenção e opinião e leitura apressada.
Quebre a frase em peças pequenas. Identifique sujeito, predicado, núcleo do sujeito e núcleo do predicado. Depois vá para adjuntos e orações subordinadas. Se fizer isso regularmente, verá o papel de cada trecho na construção do sentido. Comece com frases curtas e só depois passe para períodos longos.
Quando a banca usar períodos extensos, sublinhe o verbo principal e veja qual palavra ou oração completa esse verbo — assim elimina interpretações que não se sustentam.
Dica: ao analisar um período grande, reproduza no rascunho apenas o verbo e seus núcleos. Isso clareia onde o sentido se apoia e mostra se uma alternativa altera o sujeito ou apenas acrescenta detalhe.
Reconheça dois planos: a fala/popular e a norma culta escrita. Provas costumam cobrar distinção entre uso coloquial e formal e avaliam adequação ao contexto comunicativo. O emprego de gírias, regionalismos ou marcas de oralidade pode ser intencional para caracterizar o locutor.
Leia textos de diferentes regiões e épocas: crônicas cariocas, reportagens nordestinas e manifestações institucionais. Ao comparar, anote como a escolha lexical muda a relação com o leitor: proximidade, autoridade, humor. Esse exercício dá segurança para justificar respostas quando a banca pede explicação sobre variação linguística.
Pratique questões que peçam: ideia principal, inferência, sentido de conectivos, função de orações e julgamento de intenção do autor. Faça um ciclo de leitura de 30 minutos por dia e aumente conforme avançar: 20 minutos para notícias, 30 para textos de opinião e 10 para revisão de gramática aplicada à interpretação.
Você precisa saber exatamente o que estudar para as provas de português nos principais concursos: redação, norma culta e interpretação. Comece pelo edital: identifique peso da redação, tipos de questões de gramática e interpretação e temas recorrentes. Foque em ortografia, acentuação, regência, concordância, crase, pontuação e interpretação de textos. Leia provas antigas para mapear o roteiro das bancas e anote as regras que mais caem.
Divida seu estudo entre teoria e prática. Estude a norma culta ativamente: resolva exercícios, corrija seus erros e crie listas de armadilhas (por exemplo, por que se diz a respeito de e não a respeito à). Para redação, pratique estruturas textuais e coesão. Para interpretação, treine inferência, ideia central e pressupostos. Combine leitura diária — artigos, crônicas e editoriais — com exercícios cronometrados.
Mantenha rotina de revisão: revisão espaçada, resumos curtos e correção detalhada das redações. Registre erros recorrentes e retome-os. Aos poucos você perceberá padrões nas suas falhas e saberá onde investir mais tempo antes da prova.
Siga uma estrutura clara: introdução com tese, desenvolvimento com argumentos e retomada na conclusão. Cada parágrafo deve ter uma ideia central ligada à tese. Use conectivos como além disso, por outro lado e portanto. Evite frases soltas que quebram a coerência do texto.
Trabalhe coesão e coerência em exercícios práticos. Reescreva parágrafos para torná-los mais claros. Peça para alguém ler sua redação e apontar falhas de lógica. Se a banca pede proposta de intervenção, detalhe quem faz, como e com que recursos. A norma culta é exigida, mas clareza e argumento sólido costumam valer mais do que palavras difíceis mal colocadas.
Comece com um diagnóstico: faça uma prova antiga e marque seus erros. Com base nisso, planeje 4 blocos semanais: gramática, leitura e interpretação, redação e revisão. Priorize os tópicos que você erra com frequência. Defina metas curtas: por exemplo, melhorar concordância verbal em duas semanas ou escrever duas redações por semana. Mantenha um caderno de erros para revisão rápida.
Use simulados para ajustar tempo e ritmo. Faça provas cronometradas e corrija com calma depois. Analise padrões: onde você perde mais pontos — interpretação, norma culta ou coesão? A cada simulado, anote três ações de melhoria e aplique nas semanas seguintes.
Dica prática: escolha duas provas antigas da mesma banca por mês. Faça a primeira como treino e a segunda como simulado, corrigindo com checklist (tese clara, argumentos, ortografia, pontuação e proposta). Isso acelera seu progresso.
Segunda: gramática 1h (concordância e regência) leitura de artigo 30 min
Terça: interpretação 1h (questões cronometradas) revisão de erros 30 min
Quarta: redação 1h30 (planejar e escrever) correção 30 min
Quinta: gramática 1h (crase e pontuação) leitura 30 min
Sexta: interpretação 1h (textos mais longos) exercícios rápidos 30 min
Sábado: simulado curto 2h e correção 1h
Domingo: redação longa 2h e correção detalhada 1h, revisão semanal 30 min
Se você precisa de um plano direto sobre “O que estudar para as provas de português nos principais concursos”, concentre-se nestes pontos:
Siga o cronograma sugerido, use provas da banca alvo e ajuste seu plano conforme os erros que persistirem. Isso deixa claro o que estudar para as provas de português nos principais concursos e maximiza seu desempenho.